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11 de mai. de 2016

Gênesis, o Mix da Criação"

ACESSIBILIDADE NO TEATRO CARLOS GOMES. peça: "Gênesis, o Mix da Criação"Data: 15 de maio de 2016
Horários: domingo às 18h Ingressos: R$ 30,00
Classificação Indicativa: LIVRE. Duração: 1 hora
Local: Teatro Municipal Carlos Gomes. Praça Tiradentes, 19, Centro. Capacidade: 685 lugares
Vendas na bilheteria do teatro.
Horário da bilheteria: de quarta a domingo, das 14h às 18h
Telefone: 2224-3602 ou 2215-0556.Audiodescrição, interpretação em LIBRAS e legendas uma vez por mês nas peças em cartaz em 2016 no Teatro Carlos Gomes.
Próximo espetáculo com acessibilidade: 15 de maio, domingo às 18h . "Gênesis, o Mix da Criação", criação do Grupo AfroReggae
Sinopse do espetáculo: "Gênesis, o Mix da Criação", conta a história da criação do mundo pelo olhar dos Iorubás, cuja mitologia influenciou o nascimento de várias religiões, entre elas, o Candomblé, no Brasil. Segundo a lenda, quando o Deus supremo Olorum criou o universo, ele jogou na terra cinco galinhas-d'angola e mandou que elas ciscassem, para separar os cinco continentes. Os orixás, em festa, tomaram conta do planeta e criaram todas as coisas e os seres humanos. Assim narra a tradição e daí teve início a viagem que uniu a África ao Brasil.
Em cena, os orixás e as yabás dão vida ao espetáculo, que vai do clássico ao contemporâneo e confere à arte circense o inconfundível gingado brasileiro utilizando símbolos e elementos cotidianos da nossa cultura. O condutor desta viagem em forma de espetáculo é ninguém menos que Benjamim de Oliveira, o primeiro palhaço negro do Brasil. E, é ele que nos guia entre luz, cores e movimentos para a explosão de cosmos do nascimento da vida.
Depois das temporadas de 2012-2013, 2014 e 2015, reestreia novamente em 2016 o projeto Acessibilidade no Teatro Municipal Carlos Gomes. Todas as peças em cartaz, sempre uma vez por mês, contarão com recursos para garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência visual e auditiva. Uma vez por mês durante todo o ano, o público terá acesso ao serviço, sem acréscimo ao valor do ingresso. O projeto de acessibilidade é idealizado pela Lavoro Produções e patrocinado pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, através da Secretaria Municipal de Cultura. A novidade agora é que o circuito foi ampliado, incluindo também outros teatros da rede municipal, que também receberão o projeto em 2016.
As sessões com acessibilidade não geram custo extra para os usuários dos recursos. O preço do ingresso varia de acordo com o espetáculo, e geralmente segue a política de preços populares da Prefeitura do Rio. O público deverá avisar na bilheteria se fará uso de algum dos recursos, para definir sua posição no teatro. Os usuários das legendas devem se posicionar nas poltronas do balcão do teatro. Os usuários da Interpretação em LIBRAS devem buscar os lugares no lado direito da plateia. E os usuários de audiodescrição não têm lugar definido. A equipe do teatro e a nossa equipe estão à disposição para facilitar a entrada de todos. Para as pessoas com deficiência visual, fazemos, quando possível, uma visita guiada ao palco, impreterivelmente 30 minutos antes do início do espetáculo. Por isso, é importante que cheguem com mais antecedência.
O recurso da audiodescrição consiste na descrição objetiva de todas as informações visuais contidas nas cenas do espetáculo teatral, como expressões faciais e corporais, ações dos personagens, detalhes do ambiente, figurino, efeitos especiais, mudanças de tempo e espaço, além da leitura de informações escritas em cenários ou adereços. Para completar a acessibilidade para as pessoas com deficiência visual, o programa da peça tem versão em Braille. A interpretação em LIBRAS é a tradução para a Língua Brasileira de Sinais de todos os diálogos, músicas e informações sonoras importantes da peça teatral. A legendagem também contém todos os diálogos, músicas e informações sonoras do espetáculo, e é utilizada pelas pessoas com deficiência auditiva que não usam LIBRAS.
A Lavoro Produções é uma empresa pioneira na criação de projetos culturais com acessibilidade, que se tornou uma referência entre as instituições, grupos e pessoas com deficiência no Brasil e no mundo desde 2003, quando começou a realizar o Festival Assim Vivemos – Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência. O projeto introduziu a audiodescrição em projetos culturais no Brasil.
O Teatro Municipal Carlos Gomes, que é um dos mais importantes do Rio de Janeiro, é o único do país a oferecer o serviço de acessibilidade total ao público de suas peças. O objetivo é incluir as pessoas com deficiência visual – cegos e pessoas com baixa visão – além de pessoas com deficiência intelectual, autistas, disléxicos e com síndrome de Down, por meio da audiodescrição; e de pessoas surdas ou com deficiência auditiva, por meio da Língua Brasileira de Sinais e do serviço de Legendagem, como as que são utilizadas pelos canais de televisão em Closed Caption.
Ficha Técnica
Patrocínio: Prefeitura do Rio de Janeiro
Realização: Lavoro Produções
Produção: Lara Pozzobon
Coordenação de Acessibilidade: Graciela Pozzobon
Produção no Teatro: Rodrigo de Bonis
Coordenação Administrativa: Rita Mendes
Audiodescritora: Nara Monteiro
Roteiros de Audiodescrição: Cinema Falado Produções
Equipamento Audiodescriçao: Rio Vox
Interpretação em LIBRAS: Jhonatas Narciso e Lorraine Mayer
Legendas e Projeção Open Caption: 4 Estações

21 de fev. de 2016

Teatro Imperator no Méier

Audiodescrição, interpretação em LIBRAS e legendas uma vez por mês nas peças em cartaz em 2016 no Teatro IMPERATOR, no Méier.

“Ou tudo ou nada”, versão brasileira de Artur Xexéo, com direção de Tadeu Aguiar. ESTREIA: primeiro espetáculo com acessibilidade. Data: 27 de fevereiro de 2016. Horários: sábado às 20h. Ingressos: Balcão: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia). Plateia inferior: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia). Classificação Indicativa: 10 anos. Duração: 140 minutos
Local: Teatro Imperator – Centro Cultural João Nogueira
Endereço: Rua Dias da Cruz, 170 - Méier. Capacidade: 642 lugares
Vendas na bilheteria do teatro Telefone: (21) 2597-8512 | 2596-6523 | 2595-4010 | 2596-6618. Contato Lavoro Produções (de segunda a sexta): (21) 2235 5255
Sinopse do espetáculo:
A montagem brasileira do musical criado a partir de um dos grandes sucessos de bilheteria do cinema nos anos 1990 - The Full Monty - conquistou os cariocas em sua temporada no Theatro NET Rio, com direção de Tadeu Aguiar e versão de Artur Xexéo. Devido ao grande sucesso, o espetáculo faz temporada no Imperator.
Com um elenco de 17 atores que inclui Mouhamed Harfouch, Patrícia França e Sylvia Massari e sete músicos, a deliciosa comédia é protagonizada por seis desempregados que se aventuram num striptease para pagar suas contas. OU TUDO OU NADA tem direção musical de Miguel Briamonte (das versões brasileiras de O Fantasma da Ópera, Chicago, A Bela e a Fera, Les Misérables) e texto em português de Artur Xexéo.
Depois das temporadas de sucesso do projeto Acessibilidade no Teatro Municipal Carlos Gomes, criado e realizado pela Lavoro Produções desde 2012, chega ao Imperator o projeto mais completo de acessibilidade cultural do Rio de Janeiro. Em 2016, todas as peças em cartaz no último sábado de cada mês contarão com recursos para garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência visual e auditiva. Uma vez por mês durante todo o ano, o público terá acesso ao serviço, sem acréscimo ao valor do ingresso. O projeto de acessibilidade foi proposto pela Lavoro Produções e é patrocinado pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, através da Secretaria Municipal de Cultura.
As sessões com acessibilidade não geram custo extra para os usuários dos recursos. O preço do ingresso varia de acordo com o espetáculo, e geralmente segue a política de preços populares da Prefeitura do Rio. O público deverá avisar na bilheteria se fará uso de algum dos recursos, para definir sua posição no teatro. Os usuários das legendas, assim como os usuários da Interpretação em LIBRAS, devem buscar os lugares no lado direito da plateia. E os usuários de audiodescrição não têm lugar definido. A equipe do teatro e a nossa equipe estão à disposição para facilitar a entrada de todos. Para as pessoas com deficiência visual, fazemos, quando possível, uma visita guiada ao palco, impreterivelmente 30 minutos antes do início do espetáculo. Por isso, é importante que cheguem com mais antecedência.
O recurso da audiodescrição consiste na descrição objetiva de todas as informações visuais contidas nas cenas do espetáculo teatral, como expressões faciais e corporais, ações dos personagens, detalhes do ambiente, figurino, efeitos especiais, mudanças de tempo e espaço, além da leitura de informações escritas em cenários ou adereços. Para completar a acessibilidade para as pessoas com deficiência visual, o programa da peça tem versão em Braille. A interpretação em LIBRAS é a tradução para a Língua Brasileira de Sinais de todos os diálogos, músicas e informações sonoras importantes da peça teatral. A legendagem também contém todos os diálogos, músicas e informações sonoras do espetáculo, e é utilizada pelas pessoas com deficiência auditiva que não usam LIBRAS.
A Lavoro Produções é uma empresa pioneira na criação de projetos culturais com acessibilidade, que se tornou uma referência entre as instituições, grupos e pessoas com deficiência no Brasil e no mundo desde 2003, quando começou a realizar o Festival Assim Vivemos – Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência. O projeto introduziu a audiodescrição em projetos culturais no Brasil.
O Imperator fez história no Rio com shows e filmes que marcaram a vida de muitos cariocas. Em 2012, através de uma iniciativa da Prefeitura do Rio de Janeiro, por meio da sua Secretaria de Cultura, voltou como Centro Cultural João Nogueira. Um espaço completamente dedicado à arte em suas diversas vertentes.
O objetivo deste projeto é incluir as pessoas com deficiência visual – cegos e pessoas com baixa visão – além de pessoas com deficiência intelectual, autistas, disléxicos e com síndrome de Down, por meio da audiodescrição; e de pessoas surdas ou com deficiência auditiva, por meio da Língua Brasileira de Sinais e do serviço de Legendagem, como as que são utilizadas pelos canais de televisão em Closed Caption. Acreditamos que o projeto beneficia a todos, pois a inclusão proporciona a diversidade e a pluralidade do público, além de colaborar com a consciência cidadã de toda a sociedade.
Ficha Técnica
Patrocínio: Prefeitura do Rio de Janeiro
Realização: Lavoro Produções
Produção: Lara Pozzobon
Coordenação de Acessibilidade: Graciela Pozzobon
Produção no Teatro: Nara Monteiro
Coordenação Administrativa: Rita Mendes
Audiodescritores: Rodrigo de Bonis e Nara Monteiro
Roteiros de Audiodescrição: Cinema Falado Produções
Equipamento Audiodescriçao: Rio Vox
Interpretação em LIBRAS: Jhonatas Narciso e Lorraine Meyer
Legendas e Projeção Open Caption: 4 Estações
SERVIÇO: Acessibilidade no Teatro Imperator

28 de set. de 2015

Eventos com tradução em LIBRAS, legendas, Braille e audiodescrição em SP


Confira eventos com tradução em Libras, legendas e audiodescrição em São Paulo – SP

by marianedelima
Roteiro com atrações em SP que oferecem recursos de tradução em Libras, ledendas, audiodescrição e braille
Roteiro com atrações em SP que oferecem recursos de tradução em Libras, legendas, audiodescrição e braille
Em setembro, além do Dia Nacional do Surdo (26), o país também comemora o Dia Nacional de Luta pelos Direitos das Pessoas com Deficiência (21). Para traçar um panorama dos eventos culturais acessíveis na capital de SP, o Guia Folha preparou um roteiro com atrações que oferecem recursos de tradução em Libras (língua brasileira de sinais), legendas, audiodescrição e braille.
A ideia é dar opções de atividades permanentes ou eventuais para que os deficientes auditivos e visuais também possam aproveitar a cidade. De acordo com os últimos dados do IBGE (2010), na capital paulista há cerca de 500 mil deficientes auditivos (aproximadamente 30 mil são surdos). Os deficientes visuais passam de 2,2 milhões (em torno de 53 mil cegos).
Viviane Sarraf, especialista em acessibilidade cultural, avalia que as ações inclusivas vêm crescendo, mas que o número ainda é pequeno. "Esses eventos são mais comuns em festivais e datas comemorativas", diz a pesquisadora, que fez uma palestra na quinta (24), no Itaú Cultural.
A reportagem conta, ainda, com depoimentos de surdos e cegos sobre suas necessidades e dificuldades em um universo cultural que parece, muitas vezes, deixá-los de lado. [Colaboraram Gabriela Valdanha e Rafael Gregorio]
LIBRAS
É a língua brasileira de sinais, que permite a comunicação com os surdos. É uma língua com estrutura gramatical própria usada no Brasil, por exemplo, é diferente da usada em Portugal e em outros países.
AUDIODESCRIÇÃO
No caso de filmes, peças ou shows, o recurso serve para descrever aos cegos detalhes não percebidos nos diálogos e nas frases ditas em cena, como tipo de cenários e de figurinos e as expressões faciais.
LEGENDAS
Não são todos os surdos que entendem a língua brasileira de sinais. Por isso, é importante para o bom entendimento que as atrações também forneçam legendas com o que é dito durante as atividades.
BRAILLE
Usado por pessoas cegas ou com baixa visão, o sistema de leitura baseado em símbolos representados em alto relevo permite que as palavras e as frases sejam entendidas apenas com o toque das mãos.
As salas de espetáculo não são obrigadas a oferecer recursos inclusivos para surdos e cegos. Mas, a partir de janeiro, os cinemas terão 48 meses para disponibilizar legendas e audiodescrição em todas as sessões.
TRIBOSUma das sessões acessíveis da peça "Tribos", que estreou há dois anos, chegou a contar com 500 deficientes auditivos na plateia. "Eles se identificam muito com o personagem", diz Bruno Fagundes, que interpreta um surdo cuja família não compreende suas limitações.
Na comédia, que acaba de reestrear no Tuca, ele divide o palco com seu pai, Antonio Fagundes. Desde o começo eles se propuseram a realizar apresentações com tradução em Libras, legendas e audiodescrição —que são realizadas no último sábado de cada mês (nesta temporada serão em 31/10, 28/11 e em 12/12, já que a peça sai de cartaz em 13/12). Quem quiser, deve garantir logo os ingressos, que costumam acabar.
"No começo, a gente teve um trabalho grande pra organizar isso, mas toda comunicação requer um esforço, é preciso que você tenha essa disponibilidade, e nós a temos", diz Fagundes, o pai. Bruno conta que aprendeu muito com essa iniciativa. "Eu entendi a função social do teatro e o sentido principal do nosso trabalho, que é a comunicação e a troca."
Tuca – Rua: Mte. Alegre, 1.024, Perdizes, tel. 3670-8455.
Dias com acessibilidade: 31/10, 28/11 e 12/12. Sex. e sáb.: 21h30.
Dom.: 18h. Até 13/12.
Ingr.: R$ 50 (sex.), R$ 70 (dom.) e R$ 80 (sáb.). Tel: 4003-1212 ouingressorapido.com.br.
THEATRO NETO teatro paulistano começa agora, em setembro, a oferecer eventos acessíveis: os espetáculos realizados no último fim de semana de cada mês terão tradução em Libras, audiodescrição, legendas e programas em braille.
A estreia foi com o musical "Raia 30", de Claudia Raia, nos dias 26 e 27/9.
A ideia, segundo a organização, é estender esses recursos a todas as apresentações, tanto em São Paulo quanto no Rio —lá, essas ações eventuais acontecem desde março.
Shopping Vila Olímpia – Rua Olimpíadas, 360, 5º andar, Vila Olímpia, região oeste, tel. 4003-1212. "Raia 30" - Dia 26: 18h30 e 21h30. Dia 27: 18h. Ingr.: 50 a R$ 200. 
ITAÚ CULTURALNeste mês, o local que, já costuma realizar atividades acessíveis, terá todas as sessões do projeto Terça Tem Teatro com tradução em Libras: "Madame Satã" (29/9).
CCSPO Centro Cultural São Paulo possui a Biblioteca de Culturas Surdas, para quem se comunica por Libras, e a Biblioteca Louis Braille, com mais de 6.000 audiolivros e livros em braille —e digitalização de textos.
Centro Cultural São Paulo - Rua. Vergueiro, 1.000, Liberdade, região central, tel. 3397-4002.
CAIXA CULTURALNo dia 29/9, às 14h, haverá oficina teatral para surdos.
Pça. da Sé, 111, Sé, região central, tel. 3321-4400. Inscrições:supervisao.sp@gentearteira.com. Grátis.
 SÉRGIO CARDOSOO teatro realiza sessões acessíveis —e esporádicas— desde 2013. O próximo evento com Libras e audiodescrição será "Orpheus" (25/10), com a Studio3 Cia. de Dança —os ingressos custam R$ 60 cada.
Rua Rui Barbosa, 153, Bela Vista, região central, tel. 3288-0136. 144 lugares.
THEATRO SÃO PEDROA ópera "O Homem dos Crocodilos + Édipo Rei" estreia em 18/11, mas já há três sessões marcadas com audiodescrição e Libras: nos dias 25, 27 e 29/11.
O conteúdo é transmitido pelo aplicativo WhatsCine, por meio do uso de smartphones e tablets.
Dr. Albuquerque Lins, 207, Santa Cecília, região central, tel. 3661-6600. 636 lugares.
CIA. BALLET DE CEGOSNo projeto de Fernanda Bianchini, os deficientes visuais interpretam balé clássico. O próximo espetáculo será em comemoração aos 20 anos da iniciativa, dia 1º/11, no Auditório Ibirapuera —com recurso de audiodescrição.
Parque Ibirapuera - av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 2, região sul, tel. 3629-1075.
TOM BRASILÉ comum a casa de espetáculos realizar sessões acessíveis. A próxima com audiodescrição e interpretação de Libras será a peça "Mais que Dilmais" (8/11; R$ 50 a R$ 120).
Rua Bragança Paulista, 1.281, Santo Amaro, região sul, tel. 4003-1212. 1.800 pessoas.
BIBLIOTECA DE SÃO PAULOO local possui aparelhos que digitalizam e convertem o texto escrito em áudio, o recurso é imediato, e o visitante pode levar o audiolivro para casa (basta ter algum tipo de mídia para armazená-lo).
O deficiente visual Aroldo Uchoa, por exemplo, cursa direito e psicologia e visita a biblioteca toda semana -já ouviu mais de 200 livros de lá. Todas as terças-feiras, das 15h às 16h, são realizados os Jogos Sensoriais, com brincadeiras para pessoas com ou sem deficiência —a experiência estimula as habilidades sensoriais.
Já aos sábados, das 11h às 13h, dá para brincar no Tabuleiro de Jogos, uma oficina ministrada por Carlos Oliveira na qual os deficientes visuais dispõem de tabuleiros adaptados —e podem aprender táticas do xadrez e participar de partidas.
Pq. da Juventude - av. Cruzeiro do Sul, 2.630, Canindé, região norte, tel. 2089-0800. Grátis.
DIÁLOGO NO ESCUROGuarde todos os seus pertences no armário, principalmente os que emitem luz: relógio, celular e até seu brinco (se ele for muito brilhante). "Mas e os meus óculos? Pode guardar também, você não vai precisar deles."
A conversa é comum entre participantes e instrutores da exibição multissensorial "Diálogo no Escuro", em cartaz até fevereiro no Unibes Cultural. Durante a experiência, um grupo de até oito visitantes entra em um espaço em completo breu. A segurança vem de uma bengala e da voz dos guias —que são cegos ou possuem baixa visão.
"Sinta com os dedos, o que você acha que é isso?". Entre tropeços, os visitantes são obrigados a estimular outros sentidos, principalmente o tato e a audição, para descobrir onde estão: em uma floresta, uma feira, uma rua ou um bar. "As pessoas saem daqui achando que somos super-heróis", diz Sony Pólito, um dos guias. Não é para menos.
Unibes Cultural - Rua Oscar Freire, 2.500, Pinheiros, região oeste, tel. 3065-4333.
Seg. a sáb.: 11h às 17h30. Até 20/2/2016. Livre.
 Ingr.: R$ 24 (seg. a qui.) e R$ 30 (sex. e sáb.).
 É necessário fazer agendamento p/ 2122-4070 ou compreingressos.com.
 FESTIVAL "ASSIM VIVEMOS"A sétima edição do evento exibe 33 filmes de 20 países, de quarta (23) a 5/10 — em comum, eles discutem a possibilidade de uma vida independente, e muitos são protagonizados por atores com algum tipo de deficiência.
O festival, que ocorre no CCBB e celebra a inclusão cultural no Brasil, terá audiodescrição em todas as sessões, catálogos em braille e legendas "closed caption". Nos debates, haverá tradução em Libras.
Um dos destaques é o filme alemão "Carmina - Viva a Diferença", que mostra mais de 300 pessoas (com ou sem deficiência) dançando "Carmina Burana", sucesso de Carl Orff. Abaixo, a programação dos dois primeiros dias. Para ver a agenda completa, acesse o site oficial.
Centro Cultural Banco do Brasil - Rua Álvares Penteado, 112, centro, tel. 3113-3651. 70 lugares. De 23/9 a 5/10. Grátis.
MISA exposição "Truffaut - Um Cineasta Apaixonado", em cartaz no Museu da Imagem e do Som, conta com um audioguia com detalhes sobre as obras que homenageiam o cineasta francês. O recurso é ativado via celular, a partir do aplicativo do museu. Em outras mostras, ao atender pessoas com deficiência visual, as orientadoras realizam ações descritivas do espaço expositivo. Também mantém o projeto Acessa MIS, com atividades culturais para pessoas com deficiência, e o MIS +60, destinado a idosos.
Av. Europa, 158, Jardim Europa, tel. 2117-4777. "Truffaut" - Ter. a sáb.: 12h às 20h. Dom.: 11h às 19h. Até 18/10. Ingr.: R$ 10 e R$ 16 (ter.: grátis).
PINACOTECAO museu oferece catálogos em braille e com CD de áudio, visitas com especialistas em Libras e videoguia para os surdos. Também abriga a Galeria Tátil de Esculturas Brasileiras, com 12 obras do acervo que podem ser tocadas.
Pça. da Luz, 2, Bom Retiro, tel. 3324-1000. Ter. a dom.: 10h às 17h30.
MUSEU DA IMIGRAÇÃORealiza atividades para deficientes visuais, intelectuais e auditivos. O conteúdo das exposições de longa duração possui legendas e audioguia —em cartaz: "Migrar: Experiências, Memórias e Identidades".
Rua Visc. de Parnaíba, 1.316, Mooca, região leste, tel. 2692-1866. Ter. a sáb.: 9h às 17h. Dom.: 10h às 17h.
MUSEU AFRO BRASILCom o aplicativo do museu, o visitante tem acesso a um audioguia com detalhes do acervo fixo e de algumas exposições em cartaz. O local conta com maquetes táteis legendadas em braille.
Pq. Ibirapuera - av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 10, tel. 3320-8900. Ter. a dom.: 10h às 17h.
MUSEU DO FUTEBOLOferece audioguia para cegos, com informações sobre o trajeto, descrição das salas e exploração do conteúdo do museu. Realiza, ainda, o Projeto Deficiente Residente, cujo objetivo é melhorar o atendimento prestado pela equipe.
Estádio do Pacaembu - pça. Charles Miller, s/nº, tel. 3664-3848. Ter. a dom.: 9h às 17h
MUSEU DE ARTE SACRAOs visitantes têm acesso a tradução em libras, audiodescrição e maquetes táteis com legendas em braille. Além disso, mantém o Programa de Acessibilidade, com ações regulares para pessoas com deficiência, crianças e idosos.
Av. Tiradentes, 676, Luz, tel. 3326-3336. Qua. a sex.: 9h às 17h. Sáb. e dom.: 10h às 18h.
CASA GUILHERME DE ALMEIDAInstalado na casa onde o poeta viveu, o museu implementou sinalização tátil no chão e realiza visitas com educadores que se comunicam em Libras. Também se adaptou para receber deficientes físicos, com banheiro adequado e elevador, que dá acesso ao piso superior.
Rua Macapá, 187, Sumaré, região oeste, tel. 3672-1391. Ter. a dom.: 10h às 18h.
CATAVENTOO museu possui descrição em braille em suas principais instalações, além de atividades interativas que estimulam o lado sensorial. O Catavento Acessível é um roteiro criado para atendimento a pessoas com deficiências (físicas, intelectuais, visuais e auditivas).
Pça. Cívica Ulisses Guimarães, s/nº, Brás, tel. 3315-0051. Ter. a dom.: 9h às 16h.
Fonte: Vida mais livre

16 de set. de 2015

“Amargo Fruto – A Vida de Billie Holiday”

ACESSIBILIDADE NO TEATRO CARLOS GOMES.  “Amargo Fruto – A Vida de Billie Holiday”, de Jaú Sant´Angelo e Ticiana Studart, com Lilian Valeska e dirigido por Ticiana Studart.
Patrocínio: Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro.
Audiodescrição, interpretação em LIBRAS e legendas uma vez por mês nas peças em cartaz em 2015 no Teatro Carlos Gomes.
Próximo espetáculo com acessibilidade: 20 de setembro – domingo às 18h 


  Sinopse do espetáculo:
No ano em que a grande diva do Jazz mundial completaria 100 anos “Amargo Fruto – A Vida de Billie Holiday”, drama musical dirigido por Ticiana Studart, protagonizado pela atriz e cantora Lilian Valeska, estréia nacionalmente no Teatro Municipal Carlos Gomes, com realização da Vitória Produções.
 Mito cultuado, principalmente após a sua morte, Billie Holiday atingiu a fama e a celebridade enquanto viva, não apenas por suas qualidades de cantora original e incomparável, mas também por sua vida tumultuada e seu sistemático envolvimento com drogas e bebidas. Sua voz, cujo timbre inconfundível tinha a perfeição de um instrumento, expressou, além da beleza da arte, a melancolia que se constituiu na face mais sombria do blues, a fenda mais profunda do Jazz. Protagonista de uma época difícil para o povo americano e muito pior para os negros americanos, Billie cantou a tristeza, a derrota, a tragédia do racismo e os amores impossíveis.
 No drama musical “Amargo Fruto - A Vida de Billie Holiday”, texto de Jaú Sant`Angelo e Ticiana Studart, a atriz e cantora Lilian Valeska “encarna” Billie Holiday, seus pensamentos da infância, a miséria, a dor, o estupro aos 11, a prostituição aos 13, a iniciação com as drogas pesadas aos 17 e o abandono em todos os sentidos. Com quatro músicos que tocam ao vivo, o espetáculo realizado pela Vitória Produções e dirigido por Ticiana Studart é entremeado por canções eternizadas na voz de Billie, clássicos como Summertime, Strange Fruit entre outros. Assim, de maneira emocionante, a história da grande diva do Jazz mundial é apresentada ao público.
Depois das temporada de 2012-2013 e 2014, reestreia novamente em 2015 o projeto Acessibilidade no Teatro Municipal Carlos Gomes. Todas as peças em cartaz, sempre uma vez por mês, contarão com recursos para garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência visual e auditiva. Uma vez por mês durante todo o ano, o público terá acesso ao serviço, sem acréscimo ao valor do ingresso. O projeto de acessibilidade é idealizado pela Lavoro Produções e patrocinado pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, através da Secretaria Municipal de Cultura.
As sessões com acessibilidade não geram custo extra para os usuários dos recursos. O preço do ingresso varia de acordo com o espetáculo, e geralmente segue a política de preços populares da Prefeitura do Rio. O público deverá avisar na bilheteria se fará uso de algum dos recursos, para definir sua posição no teatro. Os usuários das legendas devem se posicionar nas poltronas do balcão do teatro. Os usuários da Interpretação em LIBRAS devem buscar os lugares no lado direito da plateia. E os usuários de audiodescrição não têm lugar definido. A equipe do teatro e a nossa equipe estão à disposição para facilitar a entrada de todos. Para as pessoas com deficiência visual, fazemos, quando possível, uma visita guiada ao palco, impreterivelmente 30 minutos antes do início do espetáculo. Por isso, é importante que cheguem com mais antecedência.
O recurso da audiodescrição consiste na descrição objetiva de todas as informações visuais contidas nas cenas do espetáculo teatral, como expressões faciais e corporais, ações dos personagens, detalhes do ambiente, figurino, efeitos especiais, mudanças de tempo e espaço, além da leitura de informações escritas em cenários ou adereços. Para completar a acessibilidade para as pessoas com deficiência visual, o programa da peça tem versão em Braille. A interpretação em LIBRAS é a tradução para a Língua Brasileira de Sinais de todos os diálogos, músicas e informações sonoras importantes da peça teatral. A legendagem também contém todos os diálogos, músicas e informações sonoras do espetáculo, e é utilizada pelas pessoas com deficiência auditiva que não usam LIBRAS.
A Lavoro Produções é uma empresa pioneira na criação de projetos culturais com acessibilidade, que se tornou uma referência entre as instituições, grupos e pessoas com deficiência no Brasil e no mundo desde 2003, quando começou a realizar o Festival Assim Vivemos – Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência. O projeto introduziu a audiodescrição em projetos culturais no Brasil.
O Teatro Municipal Carlos Gomes, que é um dos mais importantes do Rio de Janeiro, é o único do país a oferecer o serviço de acessibilidade total ao público de suas peças. O objetivo é incluir as pessoas com deficiência visual – cegos e pessoas com baixa visão – além de pessoas com deficiência intelectual, autistas, disléxicos e com síndrome de Down, por meio da audiodescrição; e de pessoas surdas ou com deficiência auditiva, por meio da Língua Brasileira de Sinais e do serviço de Legendagem, como as que são utilizadas pelos canais de televisão em Closed Caption.
 Ficha Técnica
Patrocínio: Prefeitura do Rio de Janeiro
Realização: Lavoro Produções
Produção: Lara Pozzobon
Coordenação de Acessibilidade: Graciela Pozzobon
Produção no Teatro: Rodrigo de Bonis

Coordenação Administrativa: Rita Mendes
Audiodescritores: Nara Monteiro, Ricardo Soares e Rodrigo de Bonis

Roteiros de Audiodescrição: Cinema Falado Produções
Equipamento Audiodescriçao: Rio Vox

Interpretação em LIBRAS: Jhonatas Narciso e Lorraine Mayer
Legendas e Projeção Open Caption: 4 Estações
SERVIÇO: Acessibilidade no Teatro Carlos Gomes
Próxima peça: “ O Pequeno Príncipe”Data: 16 de agosto de 2015
Horários: domingo às 18h
Ingressos: R$ 60,00 Meia: R$ 30,00

Classificação Indicativa: 12 anos
Duração: 105 minutos
Local: Teatro Municipal Carlos Gomes. Praça Tiradentes, 19, Centro
Capacidade: 685 lugares

Bilheteria: a partir das 14h (de quinta a domingo).
Telefone: 2224-3602 ou 2215-0556.
Contato Lavoro Produções: (21) 2235 5255 (segunda a sexta)

11 de ago. de 2015

O Pequeno Príncipe

ACESSIBILIDADE NO TEATRO CARLOS GOMES
Próxima peça: “O Pequeno Príncipe”
Data: 16 de agosto de 2015
Horários: domingo às 17h
Ingressos: R$ 40,00 Meia: R$ 20,00
Classificação Indicativa: Livre
Duração: 50 minutos
Local: Teatro Municipal Carlos Gomes. Praça Tiradentes, 19, Centro
Capacidade: 685 lugares
Bilheteria: a partir das 14h (de quinta a domingo).
Telefone: 2224-3602 ou 2215-0556
Audiodescrição, interpretação em LIBRAS e legendas uma vez por mês nas peças em cartaz em 2015 no Teatro Carlos Gomes.
Próximo espetáculo com acessibilidade: 16 de agosto – domingo às 17h 
“O Pequeno Príncipe”, 
com Juh Galdino, Marina Cota, Renata Britto e Rodrigo Trindade.
Interpretação em LIBRAS: Jhonatas Narciso e Lorraine Mayer
Legendas e Projeção Open Caption: 4 Estações
SERVIÇO: Acessibilidade no Teatro Carlos Gomes

Sinopse do espetáculo:
Baseado no Clássico do escritor Frances Antoine de Saint- Exupéry, O Pequeno Príncipe devolve a cada um o mistério da infância. De repente retornamos aos sonhos. Voltam ao coração escondidas recordações. O reencontro, o homem-menino pelas mãos do pequeno príncipe, nos faz recuperar a meninice abrindo assim uma brecha no tempo. “De olhinhos brilhantes, um menino vindo de um planeta distante, junto de alguns amigos: uma raposa e sua rosa, compartilham experiências que divertem, encantam e tocam o coração de todos”. Quebram-se assim, as barreiras de se cativar um animal, cuidar de uma rosa a qual considera única, voltar a sentir o perfume de uma estrela, a ouvir a voz de uma flor e escutar os guizos das folhas batidas pelo vento. O universo, ou melhor, a vida é um lugar encantador, ainda mais quando o conhecemos através dos encantos de um pequeno Príncipe.
Depois das temporada de 2012-2013 e 2014, reestreia novamente em 2015 o projeto Acessibilidade no Teatro Municipal Carlos Gomes. Todas as peças em cartaz, sempre uma vez por mês, contarão com recursos para garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência visual e auditiva. Uma vez por mês durante todo o ano, o público terá acesso ao serviço, sem acréscimo ao valor do ingresso. O projeto de acessibilidade é idealizado pela Lavoro Produções e patrocinado pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, através da Secretaria Municipal de Cultura.
As sessões com acessibilidade não geram custo extra para os usuários dos recursos. O preço do ingresso varia de acordo com o espetáculo, e geralmente segue a política de preços populares da Prefeitura do Rio. O público deverá avisar na bilheteria se fará uso de algum dos recursos, para definir sua posição no teatro. Os usuários das legendas devem se posicionar nas poltronas do balcão do teatro. Os usuários da Interpretação em LIBRAS devem buscar os lugares no lado direito da plateia. E os usuários de audiodescrição não têm lugar definido. A equipe do teatro e a nossa equipe estão à disposição para facilitar a entrada de todos. Para as pessoas com deficiência visual, fazemos, quando possível, uma visita guiada ao palco, impreterivelmente 30 minutos antes do início do espetáculo. Por isso, é importante que cheguem com mais antecedência.
O recurso da audiodescrição consiste na descrição objetiva de todas as informações visuais contidas nas cenas do espetáculo teatral, como expressões faciais e corporais, ações dos personagens, detalhes do ambiente, figurino, efeitos especiais, mudanças de tempo e espaço, além da leitura de informações escritas em cenários ou adereços. Para completar a acessibilidade para as pessoas com deficiência visual, o programa da peça tem versão em Braille. A interpretação em LIBRAS é a tradução para a Língua Brasileira de Sinais de todos os diálogos, músicas e informações sonoras importantes da peça teatral. A legendagem também contém todos os diálogos, músicas e informações sonoras do espetáculo, e é utilizada pelas pessoas com deficiência auditiva que não usam LIBRAS.
A Lavoro Produções é uma empresa pioneira na criação de projetos culturais com acessibilidade, que se tornou uma referência entre as instituições, grupos e pessoas com deficiência no Brasil e no mundo desde 2003, quando começou a realizar o Festival Assim Vivemos – Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência. O projeto introduziu a audiodescrição em projetos culturais no Brasil.
O Teatro Municipal Carlos Gomes, que é um dos mais importantes do Rio de Janeiro, é o único do país a oferecer o serviço de acessibilidade total ao público de suas peças. O objetivo é incluir as pessoas com deficiência visual – cegos e pessoas com baixa visão – além de pessoas com deficiência intelectual, autistas, disléxicos e com síndrome de Down, por meio da audiodescrição; e de pessoas surdas ou com deficiência auditiva, por meio da Língua Brasileira de Sinais e do serviço de Legendagem, como as que são utilizadas pelos canais de televisão em Closed Caption.
Ficha Técnica
Patrocínio: Prefeitura do Rio de Janeiro
Realização: Lavoro Produções
Produção: Lara Pozzobon
Coordenação de Acessibilidade: Graciela Pozzobon
Produção no Teatro: Rodrigo de Bonis
Coordenação Administrativa: Rita Mendes
Audiodescritores: Nara Monteiro, Ricardo Soares e Rodrigo de Bonis
Roteiros de Audiodescrição: Cinema Falado Produções
Equipamento Audiodescriçao: Rio Vox
Contato Lavoro Produções: (21) 2235 5255 (segunda a sexta)
Lara Pozzobon
LAVORO PRODUÇÕES
(21) 2235 5255
(21) 99197 6500
Lançado pela Editora Nau o livro da primeira edição da Mostra-curso 'A História da Filosofia em 40 Filmes’, de Alexandre Costa e Patrick Pessoa.
LAVOROPRODUCOES.COM.BR|POR PLANO-B DESIGN

12 de mai. de 2015

DOMÉSTICAS, com Audiodescrição;Datas: 14 de maio (quinta-feira),



DOMÉSTICAS, com Audiodescrição;Datas: 14 de maio (quinta-feira), espetáculo com Audiodescrição. Horário: 19:00 horas.
Local: Teatro Dulcina. Endereço: Rua Alcindo Guanabara 17 - Centro, Rio de Janeiro - Telefone Bilheteria: (21) 2240-4879
Classificação Indicativa: 12 anos. Interessados em convites cortesia favor enviar e-mail para: graciela@audiodescricao.com.br e bertin.lilian@gmail.com com nome completo dos interessados e número de telefone.
A Mostra de Teatro Panorama Petrobras Distribuidora de Cultura optou por disponibilizar os recursos de acessibilidade na sua edição de 2015 em todos os espetáculos da sua ótima programação. Porém a pouca participação das pessoas com deficiência visual nos espetáculos está fazendo a produção questionar a continuidade desta ação nas próximas edições do festival. Sabemos que nem sempre é possível participar dos eventos, mas pedimos que aqueles que se interessar venham, prestigiem e ajudem a divulgar para os amigos. O Teatro Dulcina, onde acontece a Mostra, é bem pertinho da Estação de Metrô Cinelândia, local bastante conhecido, fácil e acessível de chegar e sair. E os ingressos são gratuitos para as pessoas com deficiência visual e acompanhantes. Segue abaixo a divulgação do próximo espetáculo, a ótima comédia “Domésticas”! Aguardamos vocês!
Ministério da Cultura e Petrobras apresentam: DOMÉSTICAS, com Audiodescrição;
O espetáculo integra a Mostra de Teatro Panorama Petrobras Distribuidora de Cultura.
De: Renata Melo e José Rubens Siqueira
Direção: Bianca Byington
Elenco: Anna Sant’Ana, Alexandre Lino, Daniela Fontan, Horssen Minussi e Vilma Melo.

Sobre a peça: A peça fala dos medos, paixões, sonhos, frustrações e peripécias de empregadas domésticas a partir de depoimentos coletas por todo o Brasil. Com um humor delicado, elas compartilham essas histórias com um dinamismo particular de quem conta “causos”.
As empregadas domésticas são, neste espetáculo, o espelho do espectador. Sabem rir de suas “desgraças” e mostram como lutam para realizar seus sonhos e desejos. E, acima de tudo, não perdem a alegria e a esperança de um futuro melhor.
Sucesso de público e crítica, o espetáculo estreou em outubro de 2012 no Rio de Janeiro e passou por Salvados, Belo Horizonte, Manaus, Lajes e Vitória. Domésticas também já foi levado ao cinema, em 2011, com direção de Fernando Meireles.
Descrição do flyer: O flyer logo abaixo possui no centro uma fotografia dos cinco atores que atuam no espetáculo. Estão no palco, sentados em tambores de máquinas de lavar louça, colocados lado a lado. As três mulheres usam vestidos floreados e os dois homens calça jeans e camisa pólo. Ao fundo há um grande painel onde é projetada uma luz rosada e em frente a este painel, vindo do teto do palco até a altura da cabeça dos atores, há um grande adereço feito com dezenas de aventais beges e brancos, tipicamente usados por domésticas. Acima da fotografia lê-se Ministério da Cultura e Petrobras apresentam: Mostra de Teatro Panorama Petrobras Distribuidora de Cultura. Sobre a foto há informações a respeito de datas e horário do espetáculo e logo abaixo da foto sobre fundo preto o nome e endereço do teatro. Ainda um pouco abaixo sobre fundo branco, as logomarcas dos patrocinadores e apoiadores completam a peça de divulgação.
Audiodescrição: Cinema Falado Produções / Coordenação: Graciela Pozzobon / Roteiro: Fernando Pozzobon / Narração: Viviane Coutinho.

8 de mai. de 2015

OLHO NU

Convidamos a todos,  para assistir o lindo espetáculo de dança OLHO NU da premiada Cia Híbrida com Audiodescrição! Ingressos: 1 real no dia 10 e gratuitos no dia 12 de junho.
- Dia 10 de maio no Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro, as 18hs.
Localização: Rua José Higino, 115 – Tijuca - Rio de Janeiro | RJ - CEP 20520-972 - Junto ao Hipermercado Extra da Avenida Maracanã) – Metrô Uruguai (saída José Higino); Telefones: 21 3238 0601 | 21 3238 035
- Dia 12 de junho na Arena Carioca Jovelina Pérola Negra, as 15hs.
Localização: Praça Ênio - s/nº, Pavuna, Rio de Janeiro - RJ.
Telefones: 21 2286-3889 / 21 8901-3218.
Classificação: LIVRE



Descrição da fotografia: A fotografia abaixo trás a imagem de sete bailarinos em ação, em um momento do espetáculo. Eles estão em um palco com chão e fundo pretos. Executam o mesmo movimento de um salto. Alguns ainda estão no ar, no momento do salto e outros já tocam o chão. Realizam o salto com o corpo levemente em diagonal tombado para à direita. As pernas esquerdas estão levantadas ou dobradas como se dessem um chute no ar e as pernas direitas mais perpendiculares ao chão. Os braços direitos dos bailarinos estão dobrados em frente ao corpo e os esquerdos atras do corpo. Eles olham a direita. As sombras dos bailarinos estão projetadas no chão. 
Foto de Renato Mangolin.

Governo do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura, Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura e O Boticário Apresentam: “OLHO NU”, um espetáculo da Companhia Híbrida, com Audiodescrição 
Direção e concepção: Renato Cruz
Assistente de direção: Aline Teixeira
Direção de produção: Steffi Vigio
Intérpretes criadores: Jefte Francisco, Raphael Lima (Russo), Luciana Monnerat, Luciano Mendes (Duly Omega), Daniel Oliveira, Fábio Max, Marjory Lopes, Mailson Morais;
Mais informações e reservas para pessoas com deficiência visual e acompanhantes: ciahibrida@gmail.com e graciela@audiodescricao.com.br
Audiodescrição: Cinema Falado Produções | Coordenação: Graciela Pozzobon | Produção Executiva: Fernando Pozzobon | Roteiro e Narração: Ana Paula Brasil

Sobre a Cia. Híbrida:

A Companhia Híbrida foi criada em 2007 na cidade do Rio de Janeiro, pelo diretor e coreógrafo Renato Cruz. Desde o início, a proposta desta Companhia reside em desenvolver uma pesquisa singular misturando diferentes linguagens artísticas, tais como as Danças Urbanas, a dança Contemporânea, a linguagem teatral e tudo mais que possa servir como base para materialização de novas idéias. Em 2010 através de recursos do Prêmio Funarte, Estéreos Tipos estreou no Rio de Janeiro, no teatro Cacilda Becker. Este espetáculo faz parte de uma trilogia que pesquisa o tema "Hip Hop e fragilidade". A segunda parte desta trilogia, "Moto Sensível", recebeu prêmio FADA 2012 e estreou no primeiro semestre de 2013.

Sobre o espetáculo “Olho Nu”:

Terceira e última parte da trilogia que discute Hip Hop e fragilidade, Olho Nu não se pretende um fechamento. Ao contrário, essa nova pesquisa trouxe muitas questões, entre elas, uma que se impôs de modo fundamental: Que idéias já foram esgotadas nesse processo e quais necessitam de continuidade?

Ainda como mote, o desejo de desnudar o dançarino de rua, ressaltando as fragilidades deste corpo potente, e ao mesmo tempo, revelar todo o potencial criativo existente por trás destas fragilidades.
Uma vez mais, a repetição que busca transformação. Uma vez mais, a busca por formas de composição que extrapolem o lugar comum dessa técnica. Uma vez mais, alimentar a reflexão sobre este corpo que se atém no papel de entreter e atender expectativas daquele que assiste. Uma vez mais, oferecer ao expectador um olhar diverso e aproximado do universo Hip Hop e de sua dança. E nesse caminho, seguir acompanhado/assombrado pela pergunta: Como abordar de modo diferente as mesmas questões?






7 de mai. de 2015

Solilóquio - Um amor sem palavras

Solilóquio - Um Amor Sem Palavras que reestreou no dia 02 de maio e fica em cartaz até o dia 24 de maio no Teatro O Tablado. Teremos duas sessões com audiodescrição, uma no dia 09 e outra no dia 23 de maio.
Escreva para luanamanuel@gmail.com para reservar seu ingresso.
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A peça conta a história de Haroldo. Haroldo é vítima de uma maldição: só pode pronunciar uma palavra por dia. A família zela para que o menino não quebre a regra, caso contrário estão sujeitos a tragédias. Ele descobre, porém,que pode poupar sua cota diária e, movido pela descoberta do primeiro amor, decide ficar 30 dias mudo para então se declarar, usando 30 palavras. O espetáculo conta com nove atores em cena que vivem diversos personagens. O protagonista é interpretado por dois atores, que dialogam para dar vida a Haroldo e representam sua trajetória entre 8 e 18 anos.

30 de abr. de 2015

ACESSIBILIDADE NO TEATRO CARLOS GOMES

Audiodescrição, interpretação em LIBRAS e legendas uma vez por mês nas peças em cartaz em 2015 no Teatro Carlos Gomes.
Próximo espetáculo com acessibilidade: 03 de maio – domingo às 19h
Próxima peça: “Incêndios”
Data: 03 de maio
Horários: domingo às 19h
Ingressos: R$ 60,00 Platéia Meia: R$ 30,00
Classificação Indicativa: 14 anos
Duração: 120 minutos
Local: Teatro Municipal Carlos Gomes. Praça Tiradentes, 19, Centro,
Capacidade: 685 lugares
Bilheteria: a partir das 14h (de quinta a domingo).
Telefone: 2224-3602 ou 2215-0556.
Contato Lavoro Produções: (21) 2235 5255
Patrocínio: Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro.
“Incêndios”
Sinopse do espetáculo:
Protagonizado por Marieta Severo e dirigido por Aderbal Freire Filho, vencedor do prêmio Shell de Melhor Direção pelo trabalho, o espetáculo foi vencedor de vários prêmios e recordista de indicações ao prêmio APTR, tendo conquistado quatro das dez categorias nas quais concorreu (Espetáculo, Atriz: Marieta Severo, Atriz Coadjuvante: Kelzy Ecard e Cenografia: Fernando Mello da Costa). Primeira montagem brasileira do autor libanês Wajdi Mouawad, apontado como um dos grandes nomes da dramaturgia contemporânea.

A peça conta a saga da árabe Nawal,cuja vida é atravessada por décadas de uma guerra civil que parece nunca ter fim. Ela passa seus últimos anos em voluntário exílio no Ocidente, onde morre e deixa em testamento uma difícil missão para seu casal de filhos gêmeos: encontrar o pai e também um irmão perdido em seu remoto passado no Oriente.
A escrita de Wajdi Mouawad é marcada por situações devastadoras: guerras, exílios, perdas e injustiças. Não à toa, Incêndios’ (2003) é o título de seu mais celebrado espetáculo, com dezenas de prêmios, elogiadas produções ao redor do mundo e um longa-metragem homônimo, dirigido por Denis Villeneuve e indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.
Depois das temporada de 2012-2013 e 2014, reestreia novamente em 2015 o projeto Acessibilidade no Teatro Municipal Carlos Gomes. Todas as peças em cartaz, sempre uma vez por mês, contarão com recursos para garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência visual e auditiva. Uma vez por mês durante todo o ano, o público terá acesso ao serviço, sem acréscimo ao valor do ingresso. O projeto de acessibilidade é idealizado pela Lavoro Produções e patrocinado pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, através da Secretaria Municipal de Cultura.
As sessões com acessibilidade não geram custo extra para os usuários dos recursos. O preço do ingresso varia de acordo com o espetáculo, e geralmente segue a política de preços populares da Prefeitura do Rio. O público deverá avisar na bilheteria se fará uso de algum dos recursos, para definir sua posição no teatro. Os usuários das legendas devem se posicionar nas poltronas do balcão do teatro. Os usuários da Interpretação em LIBRAS devem buscar os lugares no lado direito da plateia. E os usuários de audiodescrição não têm lugar definido. A equipe do teatro e a nossa equipe estão à disposição para facilitar a entrada de todos. Para as pessoas com deficiência visual, fazemos, quando possível, uma visita guiada ao palco, impreterivelmente 30 minutos antes do início do espetáculo. Por isso, é importante que cheguem com mais antecedência.
O recurso da audiodescrição consiste na descrição objetiva de todas as informações visuais contidas nas cenas do espetáculo teatral, como expressões faciais e corporais, ações dos personagens, detalhes do ambiente, figurino, efeitos especiais, mudanças de tempo e espaço, além da leitura de informações escritas em cenários ou adereços. Para completar a acessibilidade para as pessoas com deficiência visual, o programa da peça tem versão em Braille. A interpretação em LIBRAS é a tradução para a Língua Brasileira de Sinais de todos os diálogos, músicas e informações sonoras importantes da peça teatral. A legendagem também contém todos os diálogos, músicas e informações sonoras do espetáculo, e é utilizada pelas pessoas com deficiência auditiva que não usam LIBRAS.
A Lavoro Produções é uma empresa pioneira na criação de projetos culturais com acessibilidade, que se tornou uma referência entre as instituições, grupos e pessoas com deficiência no Brasil e no mundo desde 2003, quando começou a realizar o Festival Assim Vivemos – Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência. O projeto introduziu a audiodescrição em projetos culturais no Brasil.
O Teatro Municipal Carlos Gomes, que é um dos mais importantes do Rio de Janeiro, é o único do país a oferecer o serviço de acessibilidade total ao público de suas peças. O objetivo é incluir as pessoas com deficiência visual – cegos e pessoas com baixa visão – além de pessoas com deficiência intelectual, autistas, disléxicos e com síndrome de Down, por meio da audiodescrição; e de pessoas surdas ou com deficiência auditiva, por meio da Língua Brasileira de Sinais e do serviço de Legendagem, como as que são utilizadas pelos canais de televisão em Closed Caption.
 Ficha Técnica
Patrocínio: Prefeitura do Rio de Janeiro
Realização: Lavoro Produções
Produção: Lara Pozzobon
Coordenação de Acessibilidade: Graciela Pozzobon
Produção no Teatro: Rodrigo de Bonis
Coordenação Administrativa: Rita Mendes
Audiodescritores: Nara Monteiro, Ricardo Soares e Rodrigo de Bonis
Roteiros de Audiodescrição: Cinema Falado Produções
Equipamento Audiodescriçao: Rio Vox
Interpretação em LIBRAS: Jhonatas Narciso e Lorraine Mayer
Legendas e Projeção Open Caption: 4 Estações
SERVIÇO: Acessibilidade no Teatro Carlos Gomes


22 de abr. de 2015

Peça “Krum”, dia 26 de abril, às 17 horas, no Teatro Oi Futuro Flamengo

Projeto Teatro Acessível terá sessão da peça “Krum”, dia 26 de abril, às 17 horas, no Teatro Oi Futuro Flamengo. Audiodescrição, interpretação em LIBRAS e legendas closed caption. Informamos que o Oi Futuro disponibilizará 8 ingressos com venda exclusiva para pessoas com deficiência para a peça Krum. A próxima e última sessão acessível deste espetáculo será dia 26 de abril, às 17 horas. Vendas exclusivas na bilheteria do Oi Futuro Flamengo, Rua Dois de Dezembro, 63.
Precisamos comparecer para demonstrar a importância da reserva de ingressos para as pessoas com deficiência!
Este espetáculo está esgotado desde o dia que os ingressos começaram a ser vendidos, restando somente esses 8 para nosso querido público.
Segue abaixo novamente o release da sessão acessível.

 O Projeto Teatro Acessível realiza sessão com recursos de acessibilidade na peça “Krum”, encenada pela primeira vez no Brasil pela Cia Brasileira de Teatro, de Curitiba, sob a direção de Marcio Abreu, no dia 26 de abril, às 17 horas, no Teatro Oi Futuro Flamengo. Serão disponibilizados os recursos de audiodescrição e programas em Braille para pessoas com deficiência visual; e intérprete de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) e legendas closed caption para deficientes auditivos. O projeto, realizado pela Lavoro Produções, acontece uma vez por mês, durante todo o ano nos teatros Oi Futuro.

 Sobre o espetáculo:

“O fim está no começo e, no entanto, continua-se”. As palavras de Beckett descrevem com perfeição o princípio estrutural de ‘Krum’, do dramaturgo israelense Hanoch Levin (1943-1999), que será encenada pela primeira vez no Brasil pela Cia Brasileira de Teatro, de Curitiba, sob a direção de Marcio Abreu, a partir de 12 de março no Oi Futuro (Flamengo). Este é o segundo projeto produzido a partir da parceria entre a atriz Renata Sorrah e a Cia Brasileira de Teatro, depois do sucesso de ‘Esta Criança’ (2012), de Joël Pommerat.

 Outros nomes de destaque na cena teatral contemporânea foram convidados para integrar o elenco, como Renata Sorrah, Grace Passô, Inez Vianna, Cris Larin e Danilo Grangheia. Edson Rocha, Ranieri Gonzales, Rodrigo Bolzan e Rodrigo Ferrarini – integrantes e colaboradores da Cia Brasileira de Teatro em outras produções – também estarão em cena na montagem, que conta com toda a equipe de criação da companhia, com Giovana Soar (tradução), Nadja Naira (iluminação e assistência de direção), Fernando Marés (cenografia) além de Felipe Storino (trilha e efeitos sonoros).

 O texto foi escrito nos anos 70 por Levin, na época um jovem autor influenciado por Tchekhov e Beckett, em um país recente e mergulhado em conflitos e contradições. Apenas no período de vida do autor, de 1943 a 1999, foram sete guerras. ‘Há em Tchekhov do entretempo, Beckett do pós-guerra, Levin do final do séc XX e nós hoje, algo em comum. Enquanto o mundo turbulento destila suas violências, as pessoas tentam seguir suas vidas, muitas vezes, sem brilho, confinadas em suas casas ou alimentando expectativas, sonhos de consumo, esperança de dias melhores’, analisa Marcio Abreu.

 Sobre o projeto Teatro Acessível

O projeto disponibiliza nas peças em cartaz os seguintes recursos de acessibilidade: audiodescrição, legendas closed caption e interpretação em LIBRAS e programas em Braile. É produzido pela Lavoro Produções, que tem uma trajetória voltada para a realização de iniciativas culturais com  acessibilidade, a exemplo do Assim Vivemos – Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência e do Projeto Acessibilidade no Teatro Carlos Gomes.

 “Nós entramos com todos os recursos de acessibilidade sobre a programação já existente no teatro, justamente para poder proporcionar às pessoas com deficiência melhor acesso e participação na vida cultural da cidade”, explica a coordenadora da Lavoro Produções, Lara Pozzobon, que idealizou o projeto junto com a especialista em audiodescrição Graciela Pozzobon.

 “A produção de recursos de acessibilidade é uma prática nova no Brasil e no mundo, e por isso precisa que pessoas sensíveis se aproximem. A audiodescrição é uma técnica muito interessante de se trabalhar e normalmente quem conhece não quer parar. Há um mercado de trabalho que se abre aos poucos e como existem poucas iniciativas que disponibilizam o recurso, há muito a ser feito. Em qualquer lugar há uma pessoa com deficiência visual ou auditiva querendo ser incluída plenamente nas manifestações culturais”, explica a coordenadora de acessibilidade Graciela Pozzobon.

 O projeto é uma das grandes apostas do Oi Futuro na área da cultura. “Temos um posicionamento pioneiro no Brasil na promoção da acessibilidade à cultura de pessoas com deficiência, seja apoiando projetos que atendem a esse público, seja investindo na acessibilidade arquitetônica e informativa de seus centros culturais”, acrescenta Roberto Guimarães, diretor de cultura do Oi Futuro. “Com o projeto Teatro Acessível, que está sendo realizado mensalmente, durante um ano, no Rio de Janeiro, no Oi Futuro Flamengo e Ipanema, reafirmamos a vocação do instituto de responsabilidade social da Oi para a democratização do acesso à cultura e à valorização da diversidade”, completa Guimarães.

 “Conseguimos criar um público cativo e que vai crescendo a cada edição, um público interessado. Percebemos que é um processo de construção, um trabalho crescente e progressivo e que as pessoas com deficiência estão abertas a isso”, avalia Lara Pozzobon. “É muito bonito ver quando as três acessibilidades acontecem porque não só as pessoas com deficiência se beneficiam, como o restante do público normalmente fica muito encantado de estar ali com as pessoas com deficiência, assistindo o espetáculo em pé de igualdade”, acrescenta.

Serviço:
Projeto Teatro Acessível
Espetáculo: Krum
Data: 26 de abril
Horário: 17 horas
Autor: Hanoch Levin
Diretor: Marcio Abreu
Elenco: Cris Larin, Danilo Grangheia, Edson Rocha, Grace Passô, Inez Viana, Ranieri Gonzalez, Renata Sorrah, Rodrigo Bolzan, Rodrigo Ferrarine
Local: Oi Futuro Flamengo - Rua Dois de dezembro, 63 - Flamengo
Classificação: 16 anos
Duração: 120 minutos
Capacidade: 58 lugares
Preços: R$ 20,00 (meia-entrada para pessoas acima de 65 anos, estudantes, professores da rede pública e pessoas com deficiência)
Formas de pagamento: dinheiro e cartão de débito ou crédito
Bilheteria do teatro:  terça a sexta, de 15hs às 21hs
Vendas: 4403-1212 / ingressorapido.com.br


Contatos:
Lavoro Produções
21 2235 5255

17 de abr. de 2015

ACESSIBILIDADE NO TEATRO CARLOS GOMES

Audiodescrição, interpretação em LIBRAS e legendas uma vez por mês nas peças em cartaz em 2015 no Teatro Carlos Gomes.
Próximo espetáculo com acessibilidade: 19 de abril – domingo às 19h 
“Incêndios”
Data: 19 de abril
Horários: domingo às 19h
Ingressos: R$ 60,00 Platéia Meia: R$ 30,00
Classificação Indicativa: 14 anos
Duração: 120 minutos
Local: Teatro Municipal Carlos Gomes. Praça Tiradentes, 19, Centro,
Capacidade: 685 lugares
Bilheteria: a partir das 14h (de quinta a domingo).
Telefone: 2224-3602 ou 2215-0556.
Contato Lavoro Produções: (21) 2235 5255

Patrocínio: Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro.
 Sinopse do espetáculo:
Protagonizado por Marieta Severo e dirigido por Aderbal Freire Filho, vencedor do prêmio Shell de Melhor Direção pelo trabalho, o espetáculo foi vencedor de vários prêmios e recordista de indicações ao prêmio APTR, tendo conquistado quatro das dez categorias nas quais concorreu (Espetáculo, Atriz: Marieta Severo, Atriz Coadjuvante: Kelzy Ecard e Cenografia: Fernando Mello da Costa). Primeira montagem brasileira do autor libanês Wajdi Mouawad, apontado como um dos grandes nomes da dramaturgia contemporânea.

A peça conta a saga da árabe Nawal, cuja vida é atravessada por décadas de uma guerra civil que parece nunca ter fim. Ela passa seus últimos anos em voluntário exílio no Ocidente, onde morre e deixa em testamento uma difícil missão para seu casal de filhos gêmeos: encontrar o pai e também um irmão perdido em seu remoto passado no Oriente.

A escrita de Wajdi Mouawad é marcada por situações devastadoras: guerras, exílios, perdas e injustiças. Não à toa, Incêndios’ (2003) é o título de seu mais celebrado espetáculo, com dezenas de prêmios, elogiadas produções ao redor do mundo e um longa-metragem homônimo, dirigido por Denis Villeneuve e indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. 

Depois das temporada de 2012-2013 e 2014, reestreia novamente em 2015 o projeto Acessibilidade no Teatro Municipal Carlos Gomes. Todas as peças em cartaz, sempre uma vez por mês, contarão com recursos para garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência visual e auditiva. Uma vez por mês durante todo o ano, o público terá acesso ao serviço, sem acréscimo ao valor do ingresso. O projeto de acessibilidade é idealizado pela Lavoro Produções e patrocinado pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, através da Secretaria Municipal de Cultura.

As sessões com acessibilidade não geram custo extra para os usuários dos recursos. O preço do ingresso varia de acordo com o espetáculo, e geralmente segue a política de preços populares da Prefeitura do Rio. O público deverá avisar na bilheteria se fará uso de algum dos recursos, para definir sua posição no teatro. Os usuários das legendas devem se posicionar nas poltronas do balcão do teatro. Os usuários da Interpretação em LIBRAS devem buscar os lugares no lado direito da plateia. E os usuários de audiodescrição não têm lugar definido. A equipe do teatro e a nossa equipe estão à disposição para facilitar a entrada de todos. Para as pessoas com deficiência visual, fazemos, quando possível, uma visita guiada ao palco, impreterivelmente 30 minutos antes do início do espetáculo. Por isso, é importante que cheguem com mais antecedência.

O recurso da audiodescrição consiste na descrição objetiva de todas as informações visuais contidas nas cenas do espetáculo teatral, como expressões faciais e corporais, ações dos personagens, detalhes do ambiente, figurino, efeitos especiais, mudanças de tempo e espaço, além da leitura de informações escritas em cenários ou adereços. Para completar a acessibilidade para as pessoas com deficiência visual, o programa da peça tem versão em Braille. A interpretação em LIBRAS é a tradução para a Língua Brasileira de Sinais de todos os diálogos, músicas e informações sonoras importantes da peça teatral. A legendagem também contém todos os diálogos, músicas e informações sonoras do espetáculo, e é utilizada pelas pessoas com deficiência auditiva que não usam LIBRAS.

A Lavoro Produções é uma empresa pioneira na criação de projetos culturais com acessibilidade, que se tornou uma referência entre as instituições, grupos e pessoas com deficiência no Brasil e no mundo desde 2003, quando começou a realizar o Festival Assim Vivemos – Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência. O projeto introduziu a audiodescrição em projetos culturais no Brasil.

O Teatro Municipal Carlos Gomes, que é um dos mais importantes do Rio de Janeiro, é o único do país a oferecer o serviço de acessibilidade total ao público de suas peças. O objetivo é incluir as pessoas com deficiência visual – cegos e pessoas com baixa visão – além de pessoas com deficiência intelectual, autistas, disléxicos e com síndrome de Down, por meio da audiodescrição; e de pessoas surdas ou com deficiência auditiva, por meio da Língua Brasileira de Sinais e do serviço de Legendagem, como as que são utilizadas pelos canais de televisão em Closed Caption.

 Ficha Técnica

Patrocínio: Prefeitura do Rio de Janeiro
Realização: Lavoro Produções
Produção: Lara Pozzobon
Coordenação de Acessibilidade: Graciela Pozzobon
Produção no Teatro: Rodrigo de Bonis
Coordenação Administrativa: Rita Mendes
Audiodescritores: Nara Monteiro, Ricardo Soares e Rodrigo de Bonis
Roteiros de Audiodescrição: Cinema Falado Produções
Equipamento Audiodescriçao: Rio Vox
Interpretação em LIBRAS: Jhonatas Narciso e Lorraine Mayer
Legendas e Projeção Open Caption: 4 Estações

SERVIÇO: Acessibilidade no Teatro Carlos Gomes